Comida Japonesa na Dieta

Fotos: Reprodução A comida japonesa tem conquistado a cada dia milhares de adeptos no Brasil e em se tratando aos que buscam um estil...

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A comida japonesa tem conquistado a cada dia milhares de adeptos no Brasil e em se tratando aos que buscam um estilo de vida mais saudável, o sushi é boa alternativa na hora de escolher um destino de refeição mais leve e light para o final de semana. Porém, o que pouca gente sabe é que o sushi sendo consumido com alguns ingredientes, ele pode se tornar uma bomba calórica e superando um trio clássico do Mc Donalds.

Dicas de consumo 

1) Missô de Entrada
Se você é adepto de entradas antes das refeições, prefira um missô japonês, uma sopa super levinha que é a base de proteína da soja, com propriedade desintoxicante e é fonte de enzimas, vitamina B12 e proteínas. Além disso, essa sopa poderosa auxilia a digestão, previne contra o câncer, estimula a libido e é usado em tratamento de pessoas expostas a altos níveis de radiação. 

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2)  Cuidado com os Hots e Especiais
A maioria dos hots são empanados ou tem uma concentração alta de óleo. O bom é evitar essas peças que são também com recheios fritos e molhos, o cream cheese e a maionese possuem gordura saturada, o ideal é dar preferência a peças de sushi com ingredientes menos calóricos: peixes e vegetais.
                                    

3) Sashimi

O sashimi de salmão e de atum são ricos em Ômega 3, reduzindo o risco das doenças do coração. Consuma-os sempre frescos para evitar qualquer tipo de intoxicação alimentar.

                                     

4) Shoyu Light: menos sódio
O famoso molho japonês também deve ter calma na hora de consumir. Se for consumido em excesso, pode causar retenção hídrica, devido a alta concentração de sódio (sal). Escolha sempre a versão light e na hora de molhar, prefira dar um leve toque.
                                      

5) Raiz Forte e Gengibre: grandes aliados da comida japonesa
Além de não possuir calorias, a raiz forte têm propriedades antibióticas, anti-sépticas, bactericidas, que facilitam a digestão. Já o gengibre é antioxidante, além de ser anti-inflamatório, auxilia na digestão, possui poder termogênico, ou seja, acelera o metabolismo. 

                                

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